Bem Vindo

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Assembleia de Deus no Brasil comemora 104 anos

Igreja foi fundada em 18 de junho de 1911 pelos missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren

s Assembleias de Deus no Brasil estão completando, neste dia 18 de junho, 104 anos de fundação. Tudo começou com a vinda de dois missionários suecos que antes de chegarem ao Brasil visitaram o movimento de despertamento e avivamento espiritual da Rua Azuza em Los Angeles, EUA. 

Daniel Berg e Gunnar Vingren atenderam a chamada missionária ao receberem uma revelação de Deus acerca do Pará. Porém, ambos não sabiam onde ficava. Ao pesquisarem no mapa descobriram que se tratava da região norte de nosso país. Obedecendo ao “ide” chegaram a terras brasileiras em 19 de novembro de 1910.

A princípio reuniram-se com as igrejas batistas aqui já instaladas, mas como traziam na bagagem a doutrina pentecostal do batismo no Espírito Santo com a evidência do falar em línguas e a atualidade da concessão de dons espirituais como nos tempos apostólicos, não demorou para que o Senhor Jesus começasse a batizar os membros daquela igreja que, não aceitando a nova doutrina, decidiram desligar da comunhão os crentes que se uniram aos missionários. Entre eles, a irmã Celina Albuquerque, que na madrugada de 02 de junho de 1911 recebeu o batismo no Espírito Santo e falou em línguas conforme a promessa descrita no livro do profeta Joel 2 e seu cumprimento em Atos dos Apóstolos 2. Ela foi a primeira crente da igreja Batista de Belém a ser batizada. Logo outros foram batizados também. Um total de 13 membros deixou a igreja Batista em Belém do Pará para juntar-se aos missionários e fundarem em 18 de junho de 1911 a igreja Missão da Fé Apostólica.

Muitos estavam curiosos para conhecerem a nova doutrina. Houve rejeição por parte de alguns, mas muitos abraçaram a doutrina porque viam nas páginas da Bíblia a confirmação do que era pregado e ensinado pelos missionários estrangeiros. A essa altura as reuniões de oração que no início aconteciam na residência dos missionários, passaram à residência da irmã Celina de Albuquerque.

Reunidos na casa da irmã Celina, por sugestão de Gunnar Vingren, em 18 de janeiro de 1918, registrou-se a igreja Assembleia de Deus, nome que traz até hoje. Tendo origem no movimento pentecostal do início do século XX na América, as Assembleias de Deus do Brasil, cresceram nos moldes da igreja do Novo Testamento, onde os discípulos cheios do Espírito Santo levaram o Evangelho a todo o mundo.

Não muito tempo depois as Assembleias de Deus chegaram aos grandes centros urbanos das regiões Sul e Sudeste, como Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte. Em 1922 chegou ao Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, e ganhou impulso com a transferência de Gunnar Vingren, de Belém, PA, em 1924, para a então capital da República.

Desde 1930, quando se realizou a primeira Convenção Geral dos pastores na cidade de Natal, RN, as Assembléias de Deus no Brasil passaram a ter autonomia interna, sendo administrada exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem, contudo perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembléias de Deus dos EUA através dos missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a estruturação teológica da denominação.

Em virtude de seu fenomenal crescimento, principalmente depois dos anos 90 com a criação e ação da chamada Década da Colheita, iniciativa das Assembléias de Deus, os pentecostais começaram a fazer diferença no cenário religioso brasileiro. De repente, as autoridades religiosas e seculares despertaram para uma possibilidade jamais imaginada: o Brasil poderia vir a tornar-se, no futuro, uma nação protestante. Tal possibilidade se tornou ainda mais real com a divulgação entre o final de 2006 e início de 2007 por um instituto de pesquisa de que, com vinte milhões de fiéis, o Brasil é o maior país pentecostal do mundo.

Atualmente, os mesmos institutos de pesquisa apontam para uma mudança no perfil evangélico brasileiro em todos os setores da sociedade por conta da ação do Evangelho. As Assembleias de Deus estão hoje em todas as camadas da sociedade, inclusive com representantes na esfera política do Congresso Nacional. Como agente de mudança não somente espiritual, vê-se a igreja agindo em grande escala em trabalhos sociais de grande envergadura e empenhada a mudar a face do nosso país a partir do Evangelho de Jesus Cristo, tendo templos em quase todas as cidades brasileiras.
 

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Mais que uma história de amor

Durante anos Jasmeen* foi uma cristã secreta, já que em seu país ela poderia morrer simplesmente por ter sua fé em Jesus Cristo. Seu pai teve que tomar uma decisão muito importante politicamente e decidiu casar Jasmeen com o filho de um "muftí", uma autoridade no conhecimento da Sharia, lei islâmica. Jasmeen não tinha escolha. Ela tinha que aceitar

Jasmeen tinha um amigo chamado Murad*, um professor universitário e cristão secreto, assim como ela. Mas Murad guardava um outro segredo: ele queria se casar com Jasmeen e começar a construir uma família cristã.
Ao ver que não havia nenhuma escapatória para seu casamento arranjado, Jasmeen foi para a Turquia para comprar coisas para seu casamento. Enquanto estava lá, uma revolução política fez com que seu pai perdesse a posição política que ocupava e todo o dinheiro que tinha. E, de repente, o filho do muftí perdeu todo o interesse por Jasmeen.

Quando Murad soube o que havia acontecido, ele se perguntou se os pais de Jasmeen permitiriam que ela se casasse com alguém que nunca foi rico e não era filho de um muftí. Então ele falou com os pais de Jasmeen e eles o aceitaram. Entretanto, eles exigiram um dote de 25.000 dólares por sua filha. Aquela era uma quantidade impossível para Murad. Mas não para Deus.

Jamil*, Secretário Regional do Oriente Médio e do Norte da África, estava viajando pelos Estados Unidos e compartilhou esta história em uma igreja. Enquanto estava falando, um homem se aproximou e disse que havia acabado de ganhar um dinheiro em uma transação comercial e que agora sabia o que deveria fazer com o dinheiro.

Esta é apenas uma maravilhosa história de amor? Ou uma história sobre a provisão de Deus? Não, é muito mais do que isso. É uma história de como Deus usou uma revolução política para cumprir seus propósitos. É a história do primeiro casal cristão conhecido onde é mais comum que cristãos e muçulmanos se casem entre si. E vemos como Deus usa estas circunstâncias para trazer a luz do evangelho a uma geração de estudantes em um país tão obscuro como este. Porque a história não termina no casamento de Jasmeen e Murad.

Após a revolução, os expatriados começaram a sair do país. Murad escreveu: "Sempre pediamos Bíblias e nunca recebíamos. Depois que um casal de missionários deixou o país, nós entramos em sua casa e encontramos um tesouro: quatro caixas de Bíblias em árabe! Eu levei três Bíblias para a universidade e perguntei aos meus alunos: ‘Algum de vocês quer este livro para fins de pesquisa?’ Então muitas pessoas responderam que sim!"

Em janeiro deste ano Murad tornou-se o primeiro missionário no país da International Fellowship of Evangelical Students (IFES), uma missão evangélica que trabalha com movimentos estudantis em escolas e universidades no mundo todo. Murad trabalha em tempo parcial como missionário enquanto mantém seu cargo de professor na universidade. "Este é o meu sonho", ele disse. "Meu chamado é servir aos estudantes."

*Nomes foram alterados por motivos de segurança.

Pedidos de oração
  • Peça a Deus por segurança e sabedoria à Murad. Ele busca ser luz de Cristo em sua universidade, enquanto se reúne com um grupo secreto de estudantes cristãos para estudar a Bíblia.
  • Clame a Deus para que o casamento de Jasmeen e Murad seja um reflexo real da relação entre Cristo e a Igreja.
  • Ore por todos os cristãos que vivem em países onde não é nada seguro ser um seguidor de Jesus.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Barco missionário leva evangelho a comunidades ribeirinhas da Amazônia

Projeto Ribeirinhos conta com a participação de líderes de diversas denominações, entre eles Nonay Foralskelse, do Ministração Criativa
O Projeto Ribeirinhos, liderado pelo pastor Paschoal Bilitardo, realiza no mês de junho um trabalho social e evangelístico junto às comunidades ribeirinhas da região do rio Amazonas. Os missionários, diversos líderes e obreiros de diferentes denominações, chegarão aos locais e comunidades por meio do barco Because of Jesus, pertencente ao pastor Marcos Cordeiro, que já atua na região há cerca de 10 anos.
Nonay Foralskelse, do ministério Ministrarão Criativa, que atuou no vídeo “Acharam que seria mais um pedido de esmola” foi convidado a fazer parte da empreitada. Para ele, a participação no empreendimento missionário foi uma opção natural.
“Cresci no meio missionário e sei da importância que um projeto como esse tem”, diz, e completa: “meu ministério é sobre evangelismo. Logo, meu chamado é espalhar as boas novas e evangelizar não só com os vídeos, ministrações e teatro, mas em todos os lugares possíveis”.
O pastor Bilitardo, que coordena o projeto Mudando o Mundo, contou que os objetivos são, além de evangelizar, fortalecer a fé dos cristãos já existentes por meio de discipulado e realizar um trabalho social oferecendo mantimentos, material didático e de higiene pessoal.
O Projeto Ribeirinhos já está em sua segunda etapa, pois a primeira ocorreu em 2014, quando houve uma excursão ao local para o reconhecimento territorial e estudos das necessidades da população local. “Desta vez o projeto tem um objetivo mais específico no trabalho sócio-evangelístico”, explica o pastor Bilitardo. Segundo ele, o plano é realizar visitas mais frequentes à região, estreitando o vínculo com a comunidade e fornecendo apoio espiritual e material.
Segundo o líder, as necessidades da comunidade local são de várias ordens. Além de falta de alimentos, vestuário e escolas, ele ressaltou a carência espiritual dos locais: “a grande maioria sofre uma enorme carência por um alimento espiritual, pela Palavra de Deus. Na última missão, haviam pessoas começavam a chorar só de nos ver chegando… Eles diziam que eram pessoas solitárias e que nem mesmo seus familiares os visitavam. Não precisava falar muito de Jesus para que essas pessoas tomassem a decisão de aceitá-lo e também de serem batizadas”, descreve.
O barco missionário percorrerá cerca de 300 quilômetros ao longo dos rios Amazonas e Curuá-Una, uma região inóspita e de difícil acesso. Muitos dos locais visitados só possibilitam o acesso por barco, já que as estradas locais são precárias e não possuem sinalização.Doações
O ministério precisa de doações para a compra de 50 cestas básicas para os ribeirinhos. Cada uma custa R$ 60,00 e serão entregues às famílias nos locais a serem visitados. Para doações em dinheiro podem ser feitos depósitos na conta de Paschoal Vilela Bilitardo, banco Itaú, agência 0240, conta corrente, 63495-6. Mais informações podem ser obtidas pelo site mudandoomundo.com.br ou pelo WhatsApp (12) 981321821.

E Se Ele Voltar? Globo estaria planejando novela que fale da volta de Jesus, diz jornalista

A TV Globo estaria estudando a possibilidade de produzir uma novela falando sobre a volta de Cristo, e o autor escolhido para tocar o projeto é Benedito Ruy Barbosa, novelista tido pelos especialistas como um dos mais bem-sucedidos na carreira.
A novela, que se for produzida deverá ser chamada E Se Ele Voltar? já teria inclusive, os primeiros capítulos escritos, de acordo com informações do jornalista Flávio Ricco, do portal Uol.
“E Se Ele Voltar? é o título provisório, com toda chance de virar definitivo, do novo trabalho do Benedito Ruy Barbosa para a TV Globo. A sinopse foi entregue e já existem seis capítulos escritos”,escreveu Ricco.
De acordo com o jornalista, a proposta é falar sobre como vivem as pessoas que acreditam na promessa feita por Jesus Cristo antes de sua ascensão aos céus, de que Ele voltaria para arrebatar Sua Igreja.
“A novela pretende se desenvolver em um mundo de pessoas, cerca de 40 personagens, que vivem a expectativa ou a possibilidade de Jesus Cristo voltar. Luiz Fernando Carvalho, por indicação do autor, foi escolhido para dirigir. O último trabalho dos dois em conjunto foi Meu Pedacinho de Chão“, afirmou.A escolha do tema, complexo, pode ser uma resposta da Globo ao sucesso que a Record vem alcançando com suas produções bíblicas, embora, pelo que foi noticiado, a emissora da família Marinho pretenda manter seu modelo de novela, ao contrário do que o canal do bispo Edir Macedo vem fazendo, que é reproduzir, com liberdade artística, o relato bíblico.
Há uma no, nos Estados Unidos, uma série de TV sobre o mundo pós-arrebatamento causou bastante repercussão. “The Leftovers” fala de um mundo onde as pessoas tentam conviver com a perda de seus entes queridos, que foram arrebatados, mas tentam negar que o evento tenha relação com as profecias do Apocalipse.

Superpop debate casamento gay e pastor afirma: “Amor não é libertinagem”

As questões envolvendo o casamento gay a partir da ótica cristã não são unanimidade entre líderes religiosos. Na última semana, o programa Superpop, apresentado por Luciana Gimenez na RedeTV! abordou a questão entrevistando dois padres e um pastor evangélico.
Durante o debate, o pastor Bruno dos Santos expôs o motivo de as igrejas evangélicas se manifestarem contra a relação homossexual e o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Após o programa, Santos comentou que existe uma diferença entre o que se propaga na mídia como sendo amor e o que o cristianismo prega sobre amor.
“Há uma ênfase de um discurso liberal colocado na mídia, que se baseia no ‘amai-vos uns aos outros’. Mas Jesus não disse apenas isso. Ele diz ‘amai-vos uns aos outros, conforme eu vos amei’ [João 13:34]. Ou seja, há um posicionamento com relação a este amor. Não é um amor no qual tudo pode, tudo é permitido, ou como as pessoas gostam de dizer ‘incondicional’. Não! Existem pré-requisitos. Há uma expectativa de Deus de que a gente dê uma resposta positiva a este amor. Esta resposta positiva é o que a teologia chama de conversão, e conversão é mudança de caminho, mudança de direção. Obviamente, se não há uma mudança integral em mim, eu não posso me considerar uma pessoa convertida. A resposta positiva a este amor é isso. Achar que no amor pode tudo, todas as coisas são permitidas não está certo. Isto não é amor, é libertinagem”, afirmou Santos, comentando sua participação no programa, entrevista ao Guia-me.
Além de Bruno dos Santos, o programa também convidou o padre Beto, defensor do casamento gay e excomungado da Igreja Católica, o padre Marcos de Miranda (diocese de Santo Amaro), Débora Rodrigues (apresentadora e piloto de Fórmula Truck) e os jornalistas Felipeh Campos e Simone Garuti.

Perseguição religiosa tira a vida de 10 cristãos por dia em todo o mundo, diz Portas Abertas

 perseguição religiosa contra cristãos, que praticamente é ignorada pelos grandes veículos de mídia, tira a vida de 10 fiéis todos os dias, de acordo com um relatório divulgado pela Missão Portas Abertas.
“A perseguição é todo tratamento injusto sofrido pelos cristãos por causa de sua fé. Não apenas a violação do direito de escolher sua religião, mas de discriminação”, resumiu a Portas Abertas no relatório, que aponta que 150 milhões de cristãos são perseguidos no planeta.
site espanhol Te Interessa repercutiu o relatório da Missão Portas Abertas, e destacou que atualmente 332 cristãos morrem todos os meses por causa de sua fé em Jesus, o que representa uma média superior a 10 mortes todos os dias.
Esses casos não são fruto do acaso, mas resultado de uma ação planejada e organizada, com diferentes níveis de opressão e violação dos direitos fundamentais, como negar acesso à educação e ao trabalho por causa da fé. O resultado é que cristãos são tratados como cidadãos de segunda classe em muitos países.
Ron Boyd-MacMillan, diretor de pesquisa e estratégia da Portas Abertas afirma que “há quatro fontes de perseguição no mundo: o extremismo islâmico, a opressão comunista, o nacionalismo e a intolerância religiosa e secular”.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Qual o maior desafio do líder hoje?


Que tipo de líder a Igreja Brasileira pode (e deve) oferecer à vida pública do país?
“Qual o maior desafio do líder hoje?” foi uma pergunta feita por um aluno e que me arrasta, neste último artigo desta série, a outra indagação: que tipo de líder a Igreja Brasileira pode (e deve) oferecer à vida pública do país?
Não estou dizendo que faltam pessoas do sexo masculino. Estou afirmando que a Igreja foi atingida em cheio pela revolução sexual desde a década de 60; a Igreja sucumbiu à inversão de valores que ocorreu dentro das próprias casas dos crentes; a Igreja desabou diante da confusão ideológica sobre o tema de gênero e papéis sexuais promovidos pela reengenharia social.
A luta pelo poder, disfarçada sob a bandeira dos direitos igualitários da mulher, contribuiu, principalmente, para uma anulação dos papéis masculinos do homem como líder, uma vez que, biblicamente, ele era o único responsabilizado por Deus a prestar contas da saúde espiritual do seu lar. Os homens foram feminizados no papel que lhes cabia e isso teve consequências imediatas e nocivas na sociedade e na Igreja.
A verdade é que a desconstrução da responsabilidade masculina na sociedade e na família coincidiu com o despojamento da liderança que cabia ao homem, oficialmente, na Igreja.
Essa reengenharia foi muito bem feita, porque ela conseguiu o apoio da própria igreja. A partir do momento que, na Constituição, cristaliza-se que o homem deixa de ser o “cabeça” do lar, por que deveria continuar a ser o líder na Igreja? Afinal, “o mundo todo está mudando”!
A resposta dada por muitas denominações foi totalmente equivocada, porque não era bíblica. Começamos a pautar a Igreja segundo a receita dada pelo mundo. Mudamos, porque o mundo mudou. Quando, na verdade, o Chamado era para que evangelizássemos o mundo, pois deveríamos deixar claro que a Igreja não iria mudar, ela não iria negociar seus valores, ela não iria se conformar com o mundo (Rm 12).
Será que ninguém percebe que, quando é a sociedade quem dita o que a Bíblia deve dizer de “relevante”, orientada pelos “anseios” do mundo, é a autoridade da Palavra que sucumbe?
Se cedemos aos argumentos humanos de que “todo mundo faz”; se confundimos os textos bíblicos que falam sobre situações de exceção; se não discernimos entre o que são ordens para a Igreja e o que são ordens exclusivas à nação de Israel daquele tempo; se não fazemos diferença entre o dom do Espírito Santo e o ofício do pastorado (leia I Tm 3); e, finalmente, se não criamos os meninos da Igreja para serem “cabeça” e as meninas para serem submissas (Ef 5: 21ss), o que iremos oferecer à vida pública, a não ser uma porta aberta para aceitarmos a ordenação gay e tudo o mais que o mundanismo nos impõe?
“Qual o maior desafio do líder hoje”? Voltar-se à Palavra de Deus, apesar da Igreja. Insistir em pregar o que lhe foi ensinado e o que ele aprendeu com os gigantes da fé do passado, a despeito da pressão do próprio povo da Igreja. Não ceder aos apelos “dos novos tempos”, ainda que o preço seja o ostracismo e a solidão profética. São estes os nossos tempos.
Não removas os antigos limites que teus pais fizeram (Pv 22:28).

Convertido, atacante Fred some das baladas, assume namoro sério e se dedica à igreja, diz jornal

O jogador Fred, do Fluminense, ficou conhecido nas colunas de fofocas e celebridades da imprensa pela fama de conquistador, mas desde que se converteu ao Evangelho, tem lutado para desfazer essa imagem.
Antes do fiasco na Copa do Mundo de 2014, Fred já dava mostras de que suas prioridades haviam mudado e foi notícia diversas vezes por suas idas aos cultos da Comunidade Internacional da Zona Sul, onde Gilmar Santos – ex-jogador profissional e marido da cantora Aline Barros – é um dos pastores.
As idas aos cultos rendiam elogios dos fiéis, que o consideravam exemplar, e piadas de seu antigo técnico no Fluminense, Renato Gaúcho.
Agora, namorando sério com a jovem Paula Armani desde dezembro de 2013, Fred deixou de beber e de frequentar baladas, e quando não tem compromissos profissionais, sua rotina é casa e igreja, segundo informações do jornal Extra.
“No domingo à noite, depois da euforia de vencer um Fla X Flu em pleno Maracanã, com direito a marcar dois gols, Fred foi jantar num restaurante italiano do Leblon com um grupo de amigos. Na mesa, nada de bebida alcoólica. Algumas horas depois, já estava a caminho do apartamento onde vive, no mesmo bairro”, informou o jornal.Ainda segundo o periódico, Fred tem optado cada vez mais pela discrição. Em 2014, quando paparazzis descobriram a igreja que o atleta frequentava e fizeram fotos dele no local, o atacante optou por se ausentar dos cultos por um tempo, até que o interesse da mídia no assunto esfriasse.
“Aos companheiros de oração, ele quer ser, mais do que nunca, um exemplo. E a preocupação com a boa imagem ficou ainda maior. O lado espiritual ganhou mais força depois do fracasso da seleção brasileira (e seu) na Copa do Mundo”, afirma o jornal, sem, no entanto, apresentar nenhuma declaração do jogador sobre o assunto.